sexta-feira, 17 de abril de 2009



Encontro Apologético: 15/Maio/09 - 19:30 Hs


TEMA: TEOLOGIA PRÁTICA E APOLOGÉTICA
( Distanciamento e Aproximações)
Palestrante- Dr. Paulo Romeiro

- Qual é a relação entre apologética e ação Pastoral ?
- Qual é a tarefa dos Pastores na defesa da Fé ?
- Como desenvolver um Ministério de Ensino saudável na Igreja?


O próximo encontro apologético tratará sobre a relevância da apologética para os cristãos de hoje. Além de orar, cantar e ler a Bíblia, os cristãos precisam aprender a pensar a fim de comunicar o amor de Deus no meio de uma sociedade cada vez mais secularizada. Todos são bem vindos. Entrada Franca.



- Realização- AGIR Agência de informações Religiosas•- Apoio- Igreja Cristã da trindade - http://www.ictrindade.org.br/


Igreja Cristã da Trindade: Av: Jabaquara nº 2461 ( Mirandópolis) Ao lado do Metrô São Judas.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Marketing para igrejas: usurpando a glória de Deus



Por Leonardo G. Silva - Th.M.

Faz já algum tempo que ouvi uma palestra sobre crescimento de igrejas através do marketing. O expositor, Kevin Ford, falava das empresas seculares e das igrejas evangélicas para as quais ele havia prestado serviço de consultoria, fazendo modificações que variam desde a estrutura do templo, luzes e som, liturgia e até o tipo de pregações e o modo de ministrar a Palavra: tudo visando o aumento numérico, e a satisfação dos clientes, digo, fiéis.



O amigo Danilo, em um comentário no blog da CNBC que acabou virando post aqui no blog, enfatiza a essência do evangelho, que é loucura para os homens. Paulo assim dizia: “nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos” (1Co 1.23). Esse é o nosso kerigma, o nosso evangelho, a nossa religião: Ela é escândalo e loucura, e mudar isso significa privar o evangelho daquilo que ele é, transformando-o em algo que ele não é. Como disse o Danilo, é mudar o produto!



As agências de marketing igrejeiro, que já possuem ampla aceitação nos E.U.A., estão chegando por aqui também. Os pressupostos são os mesmos usados na outra américa: o velho pragmatismo. Não importa o método utilizado, e sim os resultados. Literalmente, vale tudo para atrair novos “fiéis” para a sua empresa, ops... digo, igreja.O site da AMEN



- Associação de Marketing Evangélico Nacional - é um vivo exemplo de como essas empresas trabalham, e de quais são as suas convicções: “Quem se diferenciar, não importa aonde, (eventos empolgantes, culto dinâmico, igreja atraente) com certeza irá ganhar com a migração e a conquista de muitos fiéis”. Destaque especial para palavra “migração”, que nada mais é do que o fluxo dos membros de uma igreja para a outra, a famosa pesca no aquario. Como se consegue a adesão desses fiéis? Com uma igreja atraente! Substitua a loucura do evangelho por pregações do tipo auto-ajuda; troque a velha e tradicional bandinha por um conjunto Pop; ofereça todo tipo de entretenimento possivel aos seus fiéis; nunca, e sob nenhuma hipótese, fale acerca do pecado ou enfatize a necessidade de arrependimento para a salvação; aliás, evite falar em salvação: essa palavra costuma escandalizar as pessoas...



Ainda no site da referida empresa, afirma-se que “o objetivo da igreja é converter pessoas. Para isso essas pessoas primeiro têm que ir até lá, se tornando necessário para as igrejas criar atrativos para isso”. Nem precisa ser teólogo para refutar isso. Esses caras estão negligenciando completamente o mandamento de IR por todo mundo e pregar o evangelho (Mc 16.15). Como nós mudamos a Grande Comissão! Jesus mandou que fossemos ao mundo, e nós queremos que o mundo venha à igreja. Aliás, deixe eu aclarar pela milhonésima vez que igreja não é templo, e sim o corpo místico de Nosso Senhor Jesus Cristo. Chamar os prédios onde nos reunimos para congregar, de templos e querer associá-los ao Templo do A.T. é uma heresia ridícula. O Templo do Senhor somos nós (1Co 6.19; 2Co 6.16), e não as paredes luxuosas algum edifício (At 7.48; 17.24). Jesus não ordenou que os pecadores venham a igreja (prédio), e sim que a igreja (nós) vá até os pecadores.



Por último, deixe-me falar acerca da salvação. A salvação, biblica e teologicamente, sempre foi um ato de Deus. Jesus disse: “Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último Dia” (Jo 6.44). É Deus quem atrai! E é mais: ninguém se converterá a Cristo, sem antes atender aos apelos do Espírito Santo em seu coração, pois é somente ele quem convence o homem do seu pecado (Jo 16.8). Sendo assim, seria uma ignorância muito grande dizer que alguém foi salvo graças às estratégias de marketing. Isso é usurpar a glória de Deus. O marketing igrejeiro pode até resultar na adesão de clientes, mas não na multiplicação de fiéis. A salvação pertence ao Senhor! (Jn 2.9).


Soli Deo Gloria
Fonte : [ www.pulpitocristão.com]

domingo, 29 de março de 2009

Sexta Apologética ... Igreja Cristã da Trindade.


- Realização- AGIR Agência de informações Religiosas

- Apoio- Igreja Cristã da trindade - http://www.ictrindade.org.br/

Data: 17/04/09 - 19:30hs


Tema : TEÍSMO ABERTO ( TEOLOGIA RELACIONAL)


* O que é e de onde vem o Teísmo Aberto?
* Por que muitos cristãos abraçam tal prosposta teólogica?
* O que está em jogo neste debate?


O próximo encontro apologético tratará desta corrente teológica surgida na América do Norte e transportada, com sucesso, para o Brasil. Suas implicações são cruciais para a igreja evangélica brasileira. Esperamos você!


Obs. Os participantes receberão gratuitamente o esboço da palestra.

terça-feira, 24 de março de 2009

A teologia da prosperidade á luz da Bíblia.



- A Bíblia não é contra a prosperidade financeira do cristão. Não existe nada de errado, á luz da bíblia, o crente morar numa boa casa, dirigir um bom carro e prosperar financeiramente. Por outro lado, está errado afirmar que a pobreza ou a falta de dinheiro na vida de um cristão é maldição ou obra de Satanás. Se a vida espiritual de uma pessoa pudesse ser avaliada pelo tamanho da conta bancária, pela mansão em que vive e pelo carro que dirige, seria possível concluir que Bill Gates tem uma comunhão com Deus fora do comum. Porém, tal critério de avaliação não é bíblico.

- A Bíblia fala de pessoas que foram ricas e tementes a Deus, tais como Abraão, Isaque, Jacó e Jó.
Há muitos exemplos na história do cristianismo de pessoas piedosas e abastadas que ajudaram a sustentar a obra missonária com grandes somas de dinheiro. Com isso, os missionários foram enviados, igrejas, escolas e hospitais foram construidos e Bíblias foram distribuídas. Nesse caso, o uso do dinheiro foi um benção...

Deus não é Banco.......!!!!






















terça-feira, 10 de março de 2009

A Igreja na TV


Assistir aos vários programas de TV feitos por algumas Igrejas tem sido um verdadeiro sofrimento. Um espaço onde as Igrejas poderiam aproveitar para alcançar vidas com um evangelismo bem feito, têm sido pessimamente usado pelas mesmas.


Lógico que não está em discussão a forma como cada uma apresenta seu programa: testemunhos, cultos ao vivo, louvor ou pregação da Palavra(o que é raro, diga-se de passagem) etc.Mas é preciso que haja um pouco de bom senso, pois confesso que fico assustado com a “criatividade” de muitos em tais programas.Têm de tudo. Um verdadeiro show de ensinos confusos e sensacionalismos dos mais variados: rosa branca, perfume santificado, anel da sorte, portão do amor, oração forte, oração fortíssima.


Tem que pisar em tapetes da vitória, usar a vara de Arão, cajado de Moisés, unção nas costas, unção nos pés…Tem atendimento especializado, onde o pastor vai atender o fiel, todo vestido de branco, numa mística esquisita, que têm até fundo musical com um som meio que assustador, parecendo que foi tirado da trilha sonora de algum filme de suspense do Alfred Hitchcock.Às vezes paro para refletir quando vejo tais situações e fico me perguntando: até onde irá a “criatividade” dessas Igrejas?


O que ainda falta para introduzirem dentro da Igreja de Cristo? Qual o intuito real dessa parafernália gospel?Em que evangelho está inspirado quem criou essa salada de ensinos que invade a maioria de nossas Igrejas?Enfim, um sensacionalismo barato e o marketing mundano, infelizmente está tomando o lugar da pregação da Palavra, da oração e do evangelismo, atraindo sim multidões, mas formando poucos discípulos de Cristo.E como disse no início do artigo: a TV deveria ser um espaço muito bem usado para alcançar vidas, e tem sido transformado num verdadeiro ringue, onde vale tudo para aumentar o número de fiéis das Igrejas.Assusta ver tanto show e tantos ensinos esquisitos sendo mostrado na TV e às vezes servindo mais para ridicularização do evangelho que edificação das pessoas.Lógico que há exceções, mas o que vemos entre a maioria dos programas é uma verdadeira luta para ver quem deixa o nome do seu ministério em mais evidência.Sinceramente, a situação é lamentável.


Fonte: [ Caminhando na Graça, de graça ]

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Campanhas Nas Igrejas ???



CAMPANHA NA IGREJA, O QUE DIZ A PALAVRA?

Em meio a tantas vãs filosofias, e heresias disfarçadas de doutrina criadas pelo homem que não teme e não tem compromisso com o Senhor Deus, e também umas das mais praticadas e ousadas nas igrejas são as “campanhas”.
Mas Afinal, o que é campanha, e o que dizem as escrituras sobre a campanha na igreja, e qual o resultado para aqueles que a praticam?
Antes porem de iniciarmos o nosso estudo, vamos pesquisar a definição da palavra “campanha” nos dicionários da língua portuguesa:

CAMPANHA: Campo onde acampam tropas. Acampamentos, batalhas, operações militares. Conjunto de esforços ou de lutas para um fim determinado.
Podemos denotar claramente que o emprego e uso da expressão, é direcionado para realizações dos acontecimentos materiais.

Agora vamos para a palavra de Deus: Na primeira Carta do nosso irmão Paulo aos
Tessalonicenses 5.17, a palavra diz: “Orai sem cessar”. Esta sim, é a campanha do crente. Porque o Senhor Jesus Cristo requer muito mais do que o conjunto de esforços por alguns dias para alçarmos um determinado fim.
Para que tenhamos paz aqui na terra e nos dias vindouros a vida eterna, se faz necessário muito mais do que simples sessões de orações por alguns dias previamente determinados. A palavra do Senhor comprova a necessidade de orarmos incessantemente, porque o nosso compromisso vai muito mais alem do que alcançarmos algum bem material, para satisfazer as nossas necessidades, ou a vaidade e luxúria deste mundo.
Então perguntamos onde está o fundamento bíblico para se realizar campanha? Com toda certeza, no Evangelho de Cristo não há ordenança para as chamadas “campanhas” que os homens promovem hoje na maioria das igrejas. Nas escrituras não há uma só passagem que venha fundamentar o emprego da campanha na igreja. A palavra do Senhor diz que se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Hoje as igrejas promovem e executam uma variedade de campanha com finalidade para todos os gosto, cujo objetivo é sempre apontado para atingir as prosperidades materiais. Algumas inusitadas, como por exemplo:

A campanha do sabonete: É recomendado ao irmão comprar o sabonete ou xampu (na igreja é lógico) onde segundo o pastor, esses produtos são ungidos, depois é só usá-los, e, como uma fórmula mágica, todos os seus problemas serão resolvidos e os desejos atendidos. Ficou muito fácil, não é?

Campanha da fogueira santa: Uma vez por ano, você terá que doar para a organização religiosa todos os seus bens materiais, ou parte deles, ou pelo menos um salário mínimo, para receber do Senhor tudo em dobro, segundo as promessas dos dirigentes dessa organização. E onde está o propósito de Deus nisso?

Campanha do óleo ungido no céu: Recentemente, um pregador declarou publicamente que havia ungido um óleo nas alturas, ocasião em que praticava um passeio panorâmico de avião, alegando estar próximo do Trono de Glórias de Deus, e por isso aquele óleo estava dotado de maior poder e virtude que qualquer outro óleo ungido na terra, pois fora ungido quando estava mais perto de Deus.
Algo semelhante à iniciativa dos descendentes de Noé que realizaram uma edificação conhecida popularmente como Torre de Babel, cujo objetivo era o cume tocar nos céu. Exatamente como ocorre hoje, aquele povo também desejava alcançar o céu utilizando-se dos elementos materiais, por isso o Senhor desceu e confundiu as línguas, e ninguém mais foi a lugar nenhum.

Campanha dos Talentos: No início da campanha, o pastor lhe fornece uma cédula de dinheiro, e no encerramento você terá que devolver aquela quantia no mínimo duplicada, e ainda afirma que é para concretização da prosperidade da vida financeira (a do pastor, é claro).

Campanha dos doze cestos cheios:
Realizam reuniões na igreja nos doze primeiros dias do mês, para que haja abundância o ano todo. Mas Jesus disse: “Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas (Mateus 6:33). E assim sucessivamente, ficaríamos aqui a noite toda, falando da diversidade de campanhas existentes hoje nas igrejas, preencheríamos muitas páginas neste tema. E o mais inexplicável em tudo isso, é ver pessoas investindo alto nesses absurdos e confiando em promessas fantasiosas e mirabolantes.
E por trás de todas essas campanhas, ocorre algo que os fieis não conseguem aperceber, em torno de todo esse ato devocional, vem a abocanhada. Em tudo isso sempre há o interesse financeiro dos dirigentes das organizações religiosas, os quais, certamente irão lucrar com a fé dos que participam das campanhas.

Mas a maior complicação em tudo isso, ainda está por vir, o resultado final desses atos e as suas conseqüências. O pastor da igreja acaba redirecionando a fé da sua ovelha para a campanha, que é um ritual, um simbolismo, um sacrifício material, deixando em segundo plano a fé em Cristo Jesus, que tudo nos dá, e de “graça”.
A situação é muito preocupante, porque as pessoas acabam crendo que só receberão bênçãos através das campanhas, e isso não é verdade.
A campanha tornou-se um engodo, uma isca para atrair e compromissar o crente com a igreja, que muitas vezes são chantageados espiritualmente à participar e dar continuidade, isto é, não quebrar a campanha, para que não venham à receber maldição ao invés de benção. E acabam perdendo o vínculo com a fé em Cristo, e o contato com o propósito final da morte de Cristo na Cruz, que veio para nos remir de todo pecado e nos ofertar a vida eterna.

Meu amado irmão esteja atento quanto a voz dos espíritos enganadores. A sua cura e libertação, não virá das águas do Rio Jordão, nem do pisar sobre o sal grosso do Mar Morto, nem tão pouco por orações realizadas no Monte Sinai ou em qualquer outro lugar do mundo, a sua libertação virá pela fé em Cristo, aquele que derramou o seu sangue inocente na cruz do Calvário, para todo que nele crer, não pereça mas tenha a vida eterna.
Para os crentes verdadeiros, o único alvo é a cruz de Cristo, e o seu propósito tem que ser a esperança da salvação, e essas campanhas, acabam sufocando a fé e a promessa da vida eterna, porque o objetivo da campanha é outro, é a busca desenfreada pela prosperidade material.
Esquecem que o maior patrimônio que podemos conquistar aqui na terra é a “graça” do Senhor Jesus, e nos dias vindouro, a vida eterna. E, para isso não precisa pagar nada e nem realizar campanha alguma, porque Cristo já pagou a dívida que o homem contraiu com Deus, pagou o mais alto preço, pagou com o seu próprio sangue o preço pela remissão dos nossos pecados.

A nossa preocupação é em razão das conseqüências disso tudo, que podem ser desastrosas. A campanha vira uma obsessão, o que pode acabar consumando a morte na fé, e a renúncia da vida eterna, porque os fieis estão sendo desviado da santificação e da vida espiritual em Cristo. No
Evangelho de João 4.22 a 24, disse Jesus: Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores, adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
Então o irmão poderá questionar: Se a campanha não tem fundamento bíblico, porque há tantos testemunhos de pessoas que participam de campanhas e são agraciadas? Vamos responder usando o texto bíblico: Na carta Universal do Apóstolo Tiago capítulo 4.13 a 16 diz:
Agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos.
Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece.
Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. Mas, agora, vos gloriais em vossas presunções; toda glória tal como esta é maligna.

A confirmação da palavra vem na carta aos I Coríntios 11.13 a 15 a qual diz:
Porque tais falsos apóstolos são Negritoobreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.

Portanto, para ser próspero, não se faz necessário amontoar fortuna para si, pois José, filho de Jacó, estando preso inocentemente nas masmorras do faraó do Egito, era próspero, porque Deus era com ele (Gênesis 40).
Jó, tendo perdido todos os seus bens e seus dez filhos, estando em grande tormenta, pois sentia na carne a ação de satanás, sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus e morre. Mas ele lhe disse: Como fala qualquer doida, assim falas tu; receberemos o bem de Deus e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios. E pela sua fidelidade, o Senhor Deus restaurou a sua saúde e lhe concedeu a restituição dobrada de todos os seus bens materiais. Teve também outros dez filhos muito mais virtuosos do que os primeiros.

O Apóstolo Paulo também nos deixou o seu testemunho de humildade, na carta aos Filipenses 4.11 a 13, disse: Já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece.
E no capítulo 12 da primeira carta aos Coríntios, o Apóstolo relata sobre visões e revelações que teve quando foi arrebatado ao Paraíso, e para não se gloriar foi lhe dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás, a lhe esbofetear, a fim de não se exaltar. Acerca do qual por três vezes orou ao Senhor, para que se desviasse daquele mal, mas o Senhor lhe respondeu: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.

Diante de tantas maravilhas na palavra do Senhor, agora vem o homem com mais uma falsa doutrina, ensinando os seus seguidores a pecar, doutrinando esses a “determinar” e “não aceitar”. Exortamos aqui aos irmãos a não incorrer nestes erros, porque esse ensinamento de “determinar a sua benção” e “não aceitar as provações”, é pura heresia. Em breve estudo específico sobre o assunto, mas enquanto isso, vá se desviando do mal.

A palavra nos alerta sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer, vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas essas coisas que hão de acontecer e de estar em pé diante do Filho do Homem.

I Timóteo 2.8 – Quero pois que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas sem ira nem contenda.
Esta é a campanha que os verdadeiros adoradores necessitam fazer, orar sem cessar, em todo tempo, em todo lugar, com mãos santas, sem ira e nem contenda.
Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; orando em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito e vigiando nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos, velando nela com ação de graças.